Fim de carreira – Parte l

 

Eis que num sábado desses, minha irmã assinou sua sentença. Ela casou.

Depois dele a enrolar por mais de 6 anos (chuto), ter a arrastado pro norte e sul do país, creio que a própria família já não estava aceitando a malandragem do rapaz.

 

Pra mim o casamento foi o melhor de todos, afinal é minha irmã mais velha e minha familia é a melhor de todas (fato).

Felizmente nenhum dos dois nêgos são de igreja, o que decepou o padre regurgitando clichês ortodoxos que ninguém dá ouvidos e só vão pra não ficar chato comparecer apenas na festa. A cerimonia foi direto no salão (não evangélico… salão de festa mesmo, mané!).

 

 

Preparação Mulheres:

Como mulheres, e portanto gays (elas gostam de homens), a irmã madrinha acordou cedo, num estress infelizmente comum. “Dia de noiva” e “salão para madrinhas” e essa baboseira toda que faz a cabeça das mulheres e desfaz a carteira dum camarada, consomem o dia todo. Imagina passá-lo maquiando, fazendo o cabelo, unhas, bigode e barba pra ser o centro das atenções por máximos dez minutos! Inexplicável a cabeça feminina, acho isso meramente impossível, o que me faz pensar que esses salões especializados na verdade não passam de uma espécie de despedida de solteiros, aonde existe uma porrada de go-go-boys, estrippers e drinks para mulhereda relaxar antes do último respiro.

 

Preparação Homens:

Cheguei na casa do então pré-cunhado ainda de madrugada prum sábado de férias, por volta das 11. Percebi que o infeliz sofreu com a noiva atordoada na noite anterior, então sentei, ainda de regata e chinelos e tirei uma soneca.

Fomos pra casa da mãe dele almoçar, comemos e bebemos umas tantas cervejas na companhia dos pais e do tio cachaceiro dele. “Cachaceiro” não é expressão, o tio realmente curte uma cana, experimentou todos os tipos existentes na casa, e obviamente levou sua filha predileta nos braços.

Tomei duas doses, que casadas com a loira me puseram pra ninar na maior canção existente dum colo fraterno: o silêncio – Tá aí algo que seria mais milagroso que andar sobre as águas (isso até a Bolina faz!), a Nasa podia parar de coçar o saco e inventar o som do silêncio, seria ótimo calçar os ouvidos com fones e evitar os caminhões, ônibus e barulheira do dia.

 

Acordei meia hora antes de sair. Abri o chuveiro,e fiz a pouca barba, aproveitei o gilete e espuma pra fazer as perna e as axilas. Vesti meu terno e saímos.

 

Bem vestidos, comidos e dormidos chegamos ao lugar…

 

5 Respostas para “Fim de carreira – Parte l”

  1. Cadê a continuação, mano?

  2. Caraio, o Duka ta querendo fazer um suspense… tipo Harry Potter parte 1… sabia que vc era fã!

  3. Cade a continuação??

  4. Zé, ainda???

    Pqp seu mané!
    atualiza logo isso aqui antes q volte a semana de provas! Vaaaaaai!

    rs

    Bjokas.

  5. Nossa senhora, que merda de post… entrei novamente com o comentário acusado no gmail… puts, nem sei mais aonde estão as outras partes, mas quando eu achar espero que seja melhor que isso.

    faleçam e não esperem outro post. vão assistir tv.


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